Abrindo a mente para internacionalização de marketplace

Em 2014 fiz minha primeira missão empresarial internacional para o Vale do Silício com o apoio do Sebrae, que selecionou minha startup como uma das top 15 do Rio de Janeiro para o programa Sebrae TechCrunch.  Durante essa missão eu e meu sócio tivemos a oportunidade de conhecer melhor o ecossistema empreendedor de São Francisco, visitando diversas startups de sucesso como Google e Facebook, Twitter, aceleradoras de renome, incubadoras e participando do maior evento de tecnologia mundial, o TechCrunch, onde fizemos o lançamento oficial da nossa primeira solução para marketplaces e a validação da nossa ideia em escala mundial.

Em 2015 repetimos a dose dos EUA e fomos também conhecer o ecossistema de Londres, UK através de um convite do Consulado Britânico e UKTI, e uma premiação que recebi da Shell Livewire, um programa social de empreendedorismo da Shell.  Lá tivemos a oportunidade de conhecer outros tipos de incubadoras, aceleradoras, co-workings e participar da London Tech Week, o maior evento de tecnologia da região. Também tivemos acesso a uma ampla pesquisa de mercado sobre nosso setor, disponibilizada por uma consultoria reconhecidamente capacitada.

Já no final de 2017 fomos premiados pelo programa StartOut Brasil para participar de uma missão internacional a Paris, França.  E lá além de visita ao ecossistema conseguimos realizar diversas reuniões com fornecedores e parceiros e ter acesso a informações sobre o segmento de marketplaces na Europa.

Toda essa experiência em nível internacional me trouxe alguns aprendizados que acho muito relevante compartilhar:

  1. O brasileiro precisa abrir a mente sobre como tem capacidade de alcançar novos voos.  Enquanto americanos, chineses e indianos criam uma empresa já pensando em atingir o mundo, aqui nos preocupamos em atingir um determinado bairro, Estado e raramente o país.  Eu sempre brinco que na nossa empresa temos a síndrome do Pink e o cérebro, queremos dominar o mundo! Nosso objetivo é revolucionar o mundo do e-commerce, um marketplace por vez.
  2. Em Londres o hábito de networking é extremamente forte.  Eles ajudam o ecossistema a crescer. Se não conseguem te ajudar, ou te passar uma informação eles sempre te indicam o melhor caminho a seguir.  
  3. Falhar é importante.  Nos EUA a cultura de falhar para alcançar melhores resultados é nativa em todos.  Eles levam em consideração que a pessoa que teve uma empresa que falhou terá aprendido e fará melhor na próxima empresa.  No Brasil a maior parte das pessoas tem vergonha em falhar, e você acaba sendo mal visto por isso.
  4. Nosso governo tem vários programas de apoio à internacionalização por meio do Sebrae, Apex, Anprotec, e outros.  Basta acompanhar informações para ter acesso. Como os programas são sem fins lucrativos, eles subsidiam todo o calendário, consultorias, visitas e outros, e na maior parte você apenas gasta com passagem e hospedagem.  Alguns deles inclusive realizam premiações para as melhores empresas ofertando a passagem. Em uma das nossas viagens eu recebi integralmente as passagens, e na outra a viagem inteira foi subsidiada para mim e para meu sócio.
  5. O  mercado de e-commerce na França é super maduro.  O hábito de consumo pela internet é amplo e vale a pena estudar os cases de marketplace por lá.  As maiores vendas de produtos pela internet são realizadas em marketplaces.
  6. Nos países mais desenvolvidos os empreendedores têm o hábito de compartilhar experiências.  Até mesmo concorrentes se reúnem para discutir sobre o mercado. Aqui no Brasil ainda estamos engatinhando um pouco nesse caminho.  Os brasileiros ainda preferem deter a informação na ilusão de que isso dá algum diferencial. Vide no dia a dia dos funcionários que a maioria gosta de reter a informação na esperança de se tornar extremamente necessário para a empresa.

O Brasil hoje tem alguns produtos reconhecidos mundialmente, tais como cachaça, café, grãos, dentre outros.  Muitos desses produtos já estão sendo exportados em lote B2B (business to business – de empresa para empresa), contudo temos pouca operação de exportação B2C(business to consumer – de empresa para consumidor) acontecendo.  Grande parte da nossa população realiza importação de produtos de marketplaces externos, tais como Alibaba e e-bay. Em grande parte isso se dá pelo baixo custo relacionado a esses produtos, como por exemplo no segmento de eletrônicos.  Contudo, existem alguns segmentos onde temos produtos exclusivos e que podem ser trabalhados de forma internacional. Basta que o gestor do marketplace estude informações sobre o seu portfólio, seu público alvo e como a operação pode ser realizada.

O e-commerce permite um fácil acesso à globalização, contudo diversos marketplaces de nicho não estão aproveitando essa oportunidade.  Para facilitar o seu planejamento, criei um e-book com informações que vão te ajudar a se estruturar e abrir a sua mente com a possibilidade de internacionalização.  Para fazer download do e-book acesse http://ebook.n2nvirtual.com.br/internacionalizar-marketplace.

[E-book] Oportunidades para internacionalizar o seu marketplace

O Brasil hoje tem alguns produtos reconhecidos mundialmente, tais como cachaça, café, grãos, dentre outros.  Muitos desses produtos já estão sendo exportados em lote B2B, contudo temos pouca operação de exportação B2C acontecendo.  Grande parte da nossa população realiza importação de produtos de marketplaces externos, tais como Alibaba e e-bay. Em grande parte isso se dá pelo baixo custo relacionado a esses produtos, como por exemplo no segmento de eletrônicos.  Contudo, existem alguns segmentos onde temos produtos exclusivos e que podem ser trabalhados de forma internacional. Basta que o gestor do marketplace estude informações sobre o seu portfólio, seu público alvo e como a operação pode ser realizada.

O e-commerce permite um fácil acesso à globalização, contudo diversos marketplaces de nicho não estão aproveitando essa oportunidade.  Para facilitar o seu planejamento, criamos um e-book com informações que vão te ajudar a se estruturar e abrir a sua mente com a possibilidade de internacionalização.

Para acessar o e-book, clique aqui.

Lançamento da primeira Escola de Negócios focada em gestão de marketplaces

Muitas empresas atualmente têm voltado sua atenção para o tema “marketplace” ou shopping virtual, que é um tipo de e-commerce onde pode-se comprar produtos ou serviços de diversos vendedores diferentes, cada um realizando a gestão do seu estoque e dos seus pedidos individualmente.  No Brasil, esse tema começou a ser mais trabalhado por volta de 2014, e por ser bastante recente, existe uma deficiência de informações de qualidade e capacitações para empreendedores e startups interessadas em lançar seu próprio marketplace.

Para suprir essa deficiência, a N2N Virtual, empresa focada em oferecer soluções para que qualquer pessoa possa criar e gerenciar seu próprio marketplace, criou a N2NSchool, a primeira Escola de Negócios online focada em oferecer formações para os gestores de marketplaces  e empreendedores que querem iniciar neste segmento a cuidarem melhor dos seus shopping virtuais.

Os primeiros cursos já estão com matrículas abertas e serão disponibilizados totalmente online, e no formato de workshop, onde o aluno receberá ferramentas para trabalhar o seu planejamento durante as aulas.  Entre as primeiras formações disponibilizadas serão abordados temas sobre validação da ideia de negócio de marketplace, ecossistema e atividades diárias do gestor de marketplaces, além de planejamento estratégico e financeiro.

Os cursos serão ministrados por especialistas do segmento de marketplace, de forma a melhorar a adaptação de metodologias de mercado para o que o gestor de marketplace realmente precisa.

Para conhecer as datas disponíveis e mais informações acesse http://www.n2nvirtual.com.br/n2nschool/

Sobre a N2N Virtual

A N2N Virtual lançou sua solução voltada para B2B2C, ou B2B2B em 2016, e validou o MVP (mínimo produto viável) com 700 empresas.  Agora já conta com dezenas de marketplaces lançados e está em tração do seu negócio. A marca já participou de programas como Iniciativa Jovem da Shell, incubação na IETEC da CEFET/RJ, Inovativa Brasil e StartOut Brasil e premiações para participação de missões empresariais para o Vale do Silício, Londres Tech City e Paris. Com posicionamento global, a plataforma já foi lançada para funcionar em qualquer língua e qualquer moeda.

 

6 passos para encantar o cliente no seu marketplace através do Customer Success

David Blanke, especialista em Customer Success (Sucesso do cliente) e CEO da empresa Client Success participou recentemente como palestrante no evento Superlogica Xperience 2018 oferecendo diversas dicas para que empresas consigam entender a necessidade do Customer Success, implantar e gerir essa metodologia.

Pensando em formas do dono do marketplace pensar fora da caixa e começar a se posicionar como startup de tecnologia, eu adaptei o conteúdo ensinado para se encaixar no mercado de shopping virtuais e conseguir repassar o ensinamento para os gestores de marketplaces.  

Durante seu discurso David enfatizou que Customer Success é a chave de sucesso para qualquer negócio, e faz parte da cultura da empresa.  Para tal, ele direcionou alguns pontos chaves sobre atividades relacionadas a Customer Success:

  1. O processo deve iniciar pelo CEO


    Para se implantar essa metodologia, o processo deve começar com o CEO (Chief Executive Office) do marketplace, que precisa investir tempo e dinheiro para que o Customer Success seja um sucesso.  Parte do tempo do CEO deve ser gasto ouvindo os consumidores do marketplace para entender quais são as dores do cliente, o que estão buscando no momento, e se o marktetplace está conseguindo resolver o problema do cliente de forma eficiente.  Além disso, o CEO deve olhar as métrica de customer success em reuniões periódicas.


     

  2. Customer Success é para toda equipe

     
    Toda equipe do marketplace deve focar em customer success.  O que cada pessoa do time faz tem que atender sempre as necessidades do cliente.  A vertical de cada área tem que deixar de existir dessa forma, e as áreas tem que ser estruturadas com o consumidor do marketplace como centro de tudo.


  3. Entender a jornada do consumidor 


    De acordo com uma citação de Jeff Bezos, para entender a jornada do consumidor o gestor do marketplace deve começar com o consumidor e depois ir voltando no processo.  O foco deve ser sempre no consumidor. Nesse item é importante entender qual caminho o seu consumidor faz até realizar uma compra no seu marketplace.


  4. Construir experiências extraordinárias

    Após realizar uma compra, é importante gerir a satisfação do cliente. O objetivo é que o cliente se torne um fã do marketplace, compre mais e comece a divulgar a marca.  Para tal, é importante construir uma experiência extraordinária no pós venda.


  5. Ouvir o cliente

    Ouvir e entender os valores do cliente, os critérios de sucesso, objetivos chave e desejos são essenciais para oferecer um bom atendimento ao consumidor do marketplace.  Clientes tem expectativas diferentes e você precisa saber gerenciar clientes insatisfeitos. Uma citação do Bill Gates, fundador da Microsoft, defende que os clientes insatisfeitos são a maior fonte de aprendizado para as empresas.



  6. Medir e aprimorar


    Após implantar a metodologia, é importante que o gestor do marketplace comece a medir e aprimorar o customer success.  Dentre KPIs importantes para acompanhamento especificamente de marketplaces estão: taxa de clientes que recompram, taxa de clientes que não recompram, frequência de visitas e frequência de compras.

 


E se você está pensando em abrir o seu marketplace, experimente grátis a nossa plataforma, solicite um demo ou entre em contato com nossos consultores.


Sobre o Superlógica Xperience 2018

O Superlógica Xperience é o maior evento da América Latina sobre o mercado de Assinaturas e SaaS (software as a service). Em 2018 foi realizada sua segunda edição, que ocorreu em Campinas, São Paulo de 07 a 08 de junho.  O evento contou com 2500 participantes de 21 Estados diferentes, com total de 900 empresas.

 

Autora: Erica Castilho, CEO da N2N Virtual

Como construir um marketplace de nicho: aprenda com erros e acertos da GetNinjas e HomeToGo

Participei de uma conferência organizada pela E-commerce Brasil onde sou colunista, com foco total em shoppings virtuais, nomeada Marketplace Conference.  

Em um dos palcos sobre conteúdo unificado foi apresentado um painel sobre marketplace de nicho, onde Eduardo L’Hotellier, CEO da Getninjas (marketplace no modelo de geração de leads (clientes em potencial) de serviços de freelancers e profissionais autônomos) e Fabio Pereira,  CEO da HomeTogo (marketplace de produtos de decoração e acabamento para residências) contaram a história de erros e acertos das suas empresas.

Quanto a parte de criação do marketplace, Fabio da HometoGo contou que ao iniciar o negócio não existiam plataformas de construção de marketplaces com valor acessível no mercado, e por isso desenvolveram a sua tecnologia do zero.  O fundador da empresa contou que não teve uma boa experiência com esse modelo, pois não conseguiram alcançar algo que os atendesse, gastaram muito tempo na fase de desenvolvimento e tiveram que investir muito dinheiro com isso. Com a falha do projeto, acabaram se readaptando e contratando uma plataforma para o negócio.

Já Eduardo da GetNinjas contou que como ambos os sócios eram de TI, compraram uma ferramenta fora do Brasil (que não era própria para marketplace), lançaram com ela o site que funcionava de forma bem manual.  Quando o cliente solicitava um serviço o site informava que estava em busca de um profissional, mas na verdade era um estagiário que ligava para cada prestador de serviço para verificar interesse na demanda. E manualmente eles realizavam a conexão entre o consumidor e o prestador de serviço, gastando muito tempo e tendo muito trabalho com a operação.  O fundador conta que o formato que escolheram funcionou apenas para um MVP (minimum viable product – mínimo produto viável) para validar a ideia de negócio, mas que não era possível crescer com a tecnologia que iniciaram para ter o marketplace que planejaram.  Algum tempo depois, quando receberam aporte de um grande fundo, investiram um grande capital para desenvolver sua tecnologia de marketplace, mas que não é um recurso fácil para quem está iniciando ou para pequenas e médias empresas.

Sobre a gestão de marketplaces, Eduardo da GetNinjas enfatizou que é um erro achar que a tecnologia faz tudo sozinha.  Precisa haver um grande esforço dos donos do marketplace para fazer o negócio andar.

Falando sobre atração de consumidores e vendedores, Eduardo da GetNinjas comentou que o boca a boca no ramo de marketplace dele funciona mais para o seller (vendedor) do que para o comprador.  Normalmente como o seller se beneficia da atração de leads, ele começa a indicar o marketplace para amigos, conhecidos e familiares que também atuam com prestação de serviços. Já o Fabio da HomeToGo explicou que atua bastante com eventos off-line em entrega de chaves de condomínios para conseguir cadastrar os consumidores e oferecer seus produtos.

Ao ser abordado sobre curadoria, Eduardo explicou que na GetNinjas quando um seller se cadastra é necessário enviar documento de identificação, e que isso inibe um pouco pessoas má intencionadas.

Eduardo finalizou ainda com uma dica para quem deseja criar um marketplace: “compartilhe a ideia e teste a ideia”.  Ele explicou que alguns empreendedores tem medo de contar a ideia achando que as pessoas podem roubá-la, mas que na verdade o que acontece é que a ideia é abandonada por falta de execução, e em algum momento outra pessoa também tem a ideia.  Contar para o máximo de pessoas e testar se é aderente ao mercado é muito importante para o sucesso do seu marketplace.

Espero que essas dicas ajudem vocês a vender mais no seu marketplace!  Fiquem a vontade para comentar, deixar sugestões ou dúvidas no nosso blog.

E se você está planejando lançar o seu marketplace, experimente grátis nossa plataforma ou fale com um consultor para tirar suas dúvidas.

Erica Castilho, CEO da N2N Virtual

 

Sobre o evento:

O E-Commerce Brasil MARKETPLACE CONFERENCE 2018 reuniu 3000 congressistas para 2 dias de conteúdo de alto nível técnico focados em marketplace.
Em novo formato, o evento contou com 8 áreas de conteúdo com trilhas técnicas, além de salão de negócios com mais de 60 expositores e espaços de networking.

4 dicas imperdíveis para atrair público para o seu marketplace

Há um tempo atrás participei de um evento onde tive o privilégio de assistir a uma palestra do Neil Patel, considerado como influenciador top na web, rankeado entre os 10 melhores profissionais de marketing e reconhecido como um dos 100 melhores empreendedores até 30 anos pelo presidente Obama e como um dos melhores até 35 anos pelas Nações Unidas.
Durante seu discurso, Neil Patel deu algumas dicas importantes, que adapto aqui para que o dono do marketplace consiga utilizar para atrair o público para o seu marketplace:

  • Criar lista de top 10

Quando estamos trabalhando inbound marketing (técnicas de atração de público via conteúdo) uma boa forma de criar artigos é utilizando listas com um certo número de dicas. Eu já ouvi essa dica de diversos especialistas de marketing, e a explicação para ela é que psicologicamente as pessoas estão mais abertas a lerem conteúdo que sabem exatamente o que esperar. Então se você especifica 3 dicas, a pessoa sabe que vai iniciar o texto, terá uma lista com as 3 dicas que ela poderá executar com passo a passo e finalizar.
Para esse artigo por exemplo, eu utilizei esta dica e formatei o texto com “4 melhores dicas…”. E se você está lendo, é porque a técnica funcionou e você se sentiu atraído por ele.
Se você então tem um marketplace que vende roupas femininas você pode por exemplo criar um artigo chamado “5 dicas para ficar com um look incrível no ano novo”, ou ainda, “3 passos para se arrumar perfeitamente para uma reunião de negócios”.
Já se você tem um marketplace que vende serviços de pequenos reparos residenciais você pode criar um artigo “3 dicas para escolher bem o seu torneiro mecânico”, ou também “10 melhores formas de manter a sua casa sempre nova”.
Outra parte importante é sempre adicionar uma imagem ou foto para cada dica, de forma a deixar o texto mais atraente.

 

  • Escrever certa quantidade de palavras

Ainda dentro da técnica de inbound marketing, ao se escrever um texto é importante que o mesmo tenha pelo menos 2000 caracteres. Isso irá permitir que seu texto tenha uma quantidade de caracteres que o posicione melhor numa busca orgânica (aquela em que o usuário realiza a busca e clica num resultado exposto que foi encontrado sem necessidade de pagamento de campanhas de adwords) nos melhores buscadores, como por exemplo da Google. Ser encontrado de forma orgânica ajuda a reduzir muito o investimento em marketing do seu marketplace e com certeza você vai querer gastar menos e vender mais no seu e-commerce certo?

 

  • Preparar conteúdo internacional

O fundador da CrazyEgg explicou que existem mais pessoas no mundo que falam espanhol do que pessoas que falam português. Portanto, esse é um público alvo importante se você já está planejando a internacionalização do seu marketplace. Países como México, Colômbia e Chile tem uma boa atratividade de e-consumers (consumidores de e-commerce) e podem ser um bom investimento para venda do seu produto.
Para que isso funcione, você precisa realizar tradução manual do seu texto ao invés de robôs de tradução automática, e realizar a escrita em espanhol da Espanha, que é mais utilizado do que de outras regiões. Também é importante utilizar SEO (Search Engine Optimization – técnica de otimização para melhorar a busca orgânica do seu marketplace) em espanhol.

 

  • Utilizar influenciadores

Os influenciadores são pessoas reconhecidas no seu ramo, e que normalmente utilizam-se de canais como redes sociais, blog e youtuber para influenciar os consumidores. Uma boa opção para aumentar o tráfego do seu marketplace é utilizar os influenciadores para “evangelizarem” seus consumidores e leva-los até seu shopping virtual.
Neil Patel estabelece que o ideal é realizar cerca de 20 postagens com influenciadores, que devem ocorrer toda semana. Cada post deve conter uma nova imagem, sem repetição, e deve direcionar sempre para o seu marketplace.
A cada mês você deve adicionar mais influenciadores na sua lista, realizando uma troca periódica. Planeje de forma que cada campanha com influenciador dure 1 mês, com média de 4 posts, 1 por semana.
Os influenciadores cobram para realizar as campanhas em seus canais. Neil Patel indica que não se pague mais do que algumas centenas de reais por campanha para que o custo de divulgação não seja muito alto.
Uma outra forma de conseguir posts de influenciadores é oferecendo um produto grátis para o seu influenciador. Normalmente eles realizam um post de agradecimento citando a marca, as vezes postando a foto do produto. Para quem não é fabricante e só realiza intermediação no marketplace, uma outra opção pode ser enviar um brinde da marca, ou ainda uma promoção que seja muito atrativa e exclusiva.

 

Espero que essas dicas ajudem vocês a vender mais no seu marketplace! Fiquem a vontade para comentar, deixar sugestões ou dúvidas no nosso blog.

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Erica Castilho, CEO da N2N Virtual

Lançamento do N2NTraining

Agora os clientes da N2N Virtual podem contar com mais um recurso de capacitação para gerir o seu marketplace, o N2NTraining, que contém treinamentos online periódicos sobre funcionalidades da nossa plataforma.

Os treinamentos inicialmente estão sendo realizados semanalmente, contando com apresentações específicas básicas e treinamentos avançados sobre temas diversos.  Disponibilizamos uma agenda com os treinamentos que podem ser consultadas através desse link.

Podem participar dos treinamentos donos de marketplaces criados conosco ou membros da sua equipe, ou ainda quem está realizando o trial da plataforma.  Para isso, é necessário realizar a inscrição no treinamento desejado clicando aqui.

 

 

Mulheres na liderança aumentam chance de sucesso das empresas

Embora seja comprovado que ter mulheres na liderança de empresas aumenta sua chance de sucesso, no Brasil menos de 8% dos cargos de alto escalão é ocupado por mulheres

De acordo com estudo recente lançado em Fevereiro de 2018 e realizado pela Consultoria Mckinsey, ter mulheres em cargos de liderança aumenta 21% de chance de uma empresa ter desempenho financeiro acima da média. Mesmo com essa constatação, o mesmo estudo demonstrou que as empresas com maior índice de diversidade apresentam apenas 10% de mulheres no seu corpo executivo, enquanto no Brasil esse indicador cai para 7,7% de acordo com uma pesquisa realizada pela Deloitte em 2017.  No ranking, o Brasil aparece na 37ª posição, apenas à frente do Chile, México, Marrocos, Japão, Coreia do Sul e Emirados Árabes Unidos, respectivamente.

Quando se fala de cargos de alta diretoria o cenário é ainda pior.  De acordo com uma matéria do Brasil Econômico, a proporção de mulheres que ocupam os principais cargos de liderança no mercado de trabalho permanece ainda muito baixa, com a ocupação por elas de apenas 4% dos cargos de CEO e de alta diretoria – mundial.

Na mesma linha de estudo, a EY revelou que embora executivos de alto escalão reconheçam que a diversidade de gênero seja fundamental para melhorar negócios, os mesmos não estão se esforçando para atrair mulheres para os cargos de liderança.  A previsão dos participantes do Fórum Econômico Mundial (WEF) de 2018 é que a paridade de gênero nos cargos de liderança seja alcançada apenas nos próximos 117 anos.

Entre as empreendedoras que participam dessa pequena proporção de mulheres que ocupam a posição de CEO, está Erica Castilho, fundadora da N2N Virtual, uma plataforma que permite a qualquer pessoa criar e gerenciar seu próprio marketplace (shopping virtual) oferecendo recursos de alta tecnologia com custo acessível para pequenas empresas.  

Erica conta que sempre foi um ponto fora da curva, já que iniciou no ano 2000 na carreira de Tecnologia da Informação, área dominada por homens.  Em 2008, quando fundou sua primeira empresa, sua preocupação era conseguir ter maior liberdade para ter tempo para sua família.  Contudo, ela relata que como mulher e empreendedora seu maior desafio foi conseguir ao mesmo tempo lidar com a maternidade e liderar uma empresa.  Ocupando a posição de CEO, ela toma as decisões estratégicas, e por isso a empresa depende muito dela, não permitindo que ela tirasse uma licença maternidade tranquila.  Erica precisou continuar assessorando a equipe e realizando atividades emergenciais e reuniões importantes enquanto lidava com um recém nascido.  Embora tenha sido muito desgastante, ela considera que foi mais um entre os muitos desafios que as empreendedoras precisam lidar por ter escolhido abraçar o empreendedorismo.

Antes de fundar sua empresa Érica já ocupava posição de gerência de projetos em uma grande multinacional européia do setor de Tecnologia e prestou serviço para diversas empresas.  Ela conta ainda que normalmente nos eventos que participa de empreendedorismo, startups e tecnologia em muitos casos ela é a única, ou uma das pouquíssimas mulheres a realizar apresentações e palestras.  Em 2017, quando a N2N Virtual recebeu o prêmio de empresa mais inovadora do salão de inovação do Fórum da RioSoft, ela foi a única representante feminina entre os premiados.

Erica relata que sempre se preocupou em manter mulheres em seu quadro de funcionários, desde que durante a seleção as mesmas demonstrassem as habilidades necessárias para o cargo disponível.  Ela considera que a seleção não deve direcionada de acordo com sexo, idade ou nível social, mas sim de acordo com a meritocracia.

N2NTalks aborda tema de split de pagamento

No dia 22/02/2018, às 21h irá ao ar ao vivo mais um episódio do N2NTalks, com o tema “O que é split de pagamento e como pode ser usado para melhorar o seu marketplace”.  Nesse episódio Erica Castilho, CEO da N2N Virtual, entrevista Gabriela Bergamo,  Coordenadora Comercial Marketplace Moip, atuante em vendas online para ecommerces e marketplaces com mais de 10 anos de experiência.

O programa N2NTalks vai ao ar no youtube quinzenalmente, e foi criado pela N2N Virtual, plataforma que permite a qualquer pessoa criar e gerenciar seu próprio marketplace com baixo custo, agilidade e suporte tecnológico.

Para assistir ao programa clique aqui.  Para acompanhar nosso canal no youtube com todos os episódios acesse aqui.

N2NTalks: 5 dicas para colocar o seu marketplace na mídia

Hoje em dia é primordial para qualquer empresa fazer divulgação da sua marca, produtos e serviços. Entre as estratégias de divulgação existentes, está a publicação de matérias na mídia (imprensa). Pensando nessa necessidade, Erica Castilho, CEO da N2N Virtual, gravou um episódio do programa N2NTalks como o tema “Como colocar o seu marketplace na mídia”, onde ela entrevistou Monique Fernandes, fundadora da Tagarela (agência de comunicação), facilitadora do Startup Weekend e do Iniciativa Jovem da Shell e mentora de diversos programas de empreendedorismo, com mais de 15 anos de experiência em jornalismo. O episódio foi ao ar no youtube no dia 08/02 e pode ser assistido na íntegra a seguir:

Dentre as técnicas utilizadas para emplacar suas notícias na imprensa, Erica selecionou 5 dicas para os gestores de marketplaces:

  1. Foque nos canais corretos
    É importante que o gestor de marketplace dirija-se a mídias que focam em seu público alvo. Por exemplo, se você tem um marketplace de venda de serviços femininos não adianta tentar publicar uma matéria em um blog de esportes masculino. Você vai acabar gastando tempo e energia, e pode se frustrar no caminho.
    Além disso, é importante atentar que atualmente não existe apenas a mídia impressa como jornais e revistas, mas existem canais de grande circulação online como blogs, portais, canais do youtube, fanpages no facebook, entre outros. Talvez os canais de menor alcance possam ter maior interesse no seu produto ou serviço, e por isso será mais fácil a publicação das matérias.
  2. Entenda como pensa o jornalista
    Você precisará capturar o interesse do jornalista para que ele publique sua matéria. Normalmente o jornalista quer escrever sobre um assunto que seja de interesse do público alvo dele e por isso aumente as vendas, ou acesso da mídia. Alguns jornalistas gostam de receber as notícias ou artigos (pautas) já escritos e prontos apenas para publicação. Outros realizam pesquisas mais extensas, e por isso podem te procurar como uma fonte da matéria. Tudo vai depender do prazo que ele tem e do tamanho do canal.
    Uma boa forma de capturar a atenção do jornalista de grandes canais é oferecer matérias exclusivas, viabilizando que ele seja o único a publicar sobre o assunto para o público alvo dele.
  3. Escreva seu press release
    O press release é um texto de cunho jornalístico falando sobre a sua empresa, ou um episódio específico que ela esteja passando (como uma premiação, lançamento de novo produto ou serviço, entrada em nova região, etc). Ele pode ser enviado por email para os jornalistas a fim de fazê-los conhecer a sua empresa. Alguns canais menores poderão fazer a divulgação direta, outros podem ter interesse em escrever sobre o assunto e te procurar como fonte para a notícia.
  4. Mantenha um bom relacionamento
    Às vezes é interessante que você mantenha um relacionamento direto com os jornalistas ou influenciadores (pessoas populares que influenciam o público sobre determinados temas). Vale a pena marcar almoços, enviar uma amostra grátis do seu produto ou um produto como presente. No caso dos influenciadores (que costumam cobrar pela divulgação) pode não render diretamente posts ou matérias, mas você pode ser mencionado em agradecimento pelo mimo.
  5. Utilize um assessor de imprensa
    Como nem todos tem facilidade em comunicação e escrita, ou podem realizar várias atividades na empresa, utilizar um assessor de imprensa terceirizado, ou contratado, pode ser uma boa solução para seu marketplace. Esse profissional irá focar em fazer a distribuição das notícias da sua empresa nos meios corretos, e por isso pode ter mais sucesso do que alguém realizando diversas atividades distintas.

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